Universidade de Lisboa
Faculdade de Ciências
CCC
CENTRO DE CIÊNCIAS DA COMPLEXIDADE
Coordenação
Helder Coelho,
J. Félix Costa & J. Luiz Fiadeiro
Julho de 1995
CCC
CENTRO DE CIÊNCIAS DA COMPLEXIDADE
"I am convinced that the nations and people who master the new science of complexity will become the economic, cultural, and political superpowers of the next century."
Heinz Pagels, in The Dreams of Reason
A mudança, a complexidade e a desordem são aspectos
determinantes da natureza e das sociedades humanas dos nossos dias e no fim
deste século. Embora a tradição científica ocidental afirme que as melhores
teorias (e leis) são as mais simples (o cérebro humano tende a procurar o que é
primitivo e invariante), as nossas intuições acerca do mundo parecem estar
erradas sempre que o examinamos mais de perto. Por exemplo, a nossa intuição
diz que as regras deterministas do
comportamento dão origem a acontecimentos completamente previsíveis, o que
nem sempre é verdade. O complexo é subjectivo e depende muito do modo como o
encaramos e o compreendemos. Por isso devemos estar continuadamente preparados
para o inesperado e o imprevisível. Mas que ciência temos actualmente para
enfrentar os nossos presentes e futuros problemas? Como os podemos descobrir,
olhar, estudar e analisar de forma a resolvê-los? E, com que instrumentos científicos
e tecnológicos podemos contar para entender os comportamentos estranhos? Quais
são as leis fundamentais a que odedecem tais sistemas?
Ao longo de três séculos a ciência desmascarou com sucesso
muitos dos trabalhos do universo, equipada com a matemática de Newton e
Leibniz. Era um mundo talhado por um Relojoeiro, caracterizado pela
previsibilidade e repetição, um mundo linear. Ora, a maior parte da natureza não
é linear e não pode ser prevista com facilidade. Aqui se centra o lugar da ciência
da complexidade que tem a ver com a estrutura e a ordem.
"Superficial complexity arises from deep simplicity."
Murray Gell-Mann
Conjuntos de ideias estimulantes atraem inevitavelmente
pessoas interessantes e projectam novos saberes de modo inovador e criativo. As
ciências da complexidade constituem actualmente campos de sonhos, espaços
privilegiados para incentivar a interdisciplinaridade e a multidisciplinaridade
e para permitir linhas de fuga, onde se projectem pontes entre várias ilhas das
ciências (o saber como arquipélago), na maior parte dos casos instituídas e
burocratizadas.
Pretende-se com o Centro das Ciências da Complexidade
(CCC) instalar na Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa um ambiente
de investigação único, um centro de excelência pouco convencional, capaz de
fazer escola e atrair não só convidados estrangeiros, mas também professores e
assistentes da Universidade de Lisboa em geral, alunos de pós‑graduação
e cientistas, nacionais e estrangeiros, em pós-doutoramento.
O CCC será sobretudo um espaço para aproximar
investigadores, abertos a novas frentes de trabalho onde os seus saberes possam
ser de novo confrontados, revistos e integrados, e um catalizador de estudos
num novo território científico com enorme importância estratégica para as
organizações em geral, nos negócios, na indústria e na administração pública e
privada.
O CCC abrirá uma atmosfera intelectual diferente em redor
do computador com o objectivo de enfrentar os problemas sociais e económicos
julgados hoje em dia intratáveis, através da modelação e simulação.
"The edge of chaos is where information gets its foot in the door in the physical world, where it gets the upper hand over energy."
Chris Langton
A estrutura do CCC será adequada a possibilitar uma
resposta à dificuldade habitual em conduzir estudos multidisciplinares nas
instituições clássicas, ora universidades, ora grandes laboratórios.
Tradicionalmente, os métodos científicos sobredeterminam o isolamento das
partes de um sistema, o seu fraccionamento obsessivo em subpartes e o mergulho
em profundidade nalgumas delas. Esta via de investigação superespecializada não
conduz ao sucesso no caso dos sistemas complexos (padrões de evolução,
ecologias, mercados, consciência humana), pelo que a estrutura do CCC deverá
considerar tal facto. Se observarmos a história da ciência descobrimos que
muitos avanços ocorreram em áreas situadas fora das fronteiras rígidas que
definem os campos tradicionais da ciência. Por tudo isto, a via
interdisciplinar do CCC ajudará os cientistas de campos diferentes a aplicar as
suas experiências e intuições a problemas colocados em áreas bem afastadas das
suas disciplinas de eleição.
O CCC não terá departamentos e será dotado apenas de
algumas regras e responsabilidades institucionais. Os projectos serão construídos
tendo como matriz essencial a interdisciplinaridade e de tal forma que se possa
gerar uma atmosfera intelectual estimulante, capaz de permitir a viagem por
direcções nunca tentadas e, portanto pouco convencionais.
A capacidade para representar e raciocinar acerca
de acções e de processos é muito importante para a construção de sistemas
computacionais verificáveis. Esta tarefa torna-se mais difícil quando tais
sistemas são compostos por processos computacionais não triviais, ainda que com
uma semântica bem definida. As dificuldades aumentam se os colocarmos em
ambientes dinâmicos complexos e arbitrários (ambientes reais) com propriedades
causais complicadas, envolvendo múltiplas componentes com visões diferentes do
mundo que as cerca. Então teremos de resolver problemas técnicos e de
representação, os quais se tornam prementes quando sabemos que aqueles
sistemas, grandes, complexos e com conhecimento intensivo, são indispensáveis
para operar em ambientes como o controle do tráfego aéreo, a interpretação de
sensores, a automação flexível do fabrico, a pesquisa da informação em grandes
bases de dados, a gestão do correio electrónico, a gestão das redes
telecomunicações, a manutenção das redes telefónicas, a gestão das autoestradas
de informação (Internet), a gestão das pastas de ficheiros em ambientes
pessoais, a gestão do transporte de electricidade, o desenvolvimento urbano, a
resolução de crises ecológicas, a organização de sistemas de informação geográfica,
a gestão dos sinais de trânsito, a gestão dos processos de negócios, as transações
financeiras e em especial nas bolsas, a gestão de operações médicas, o controle
em edifícios inteligentes, o acompanhamento do ambiente, e a exploração
submarina e espacial.
Poder-se-ia perguntar por que razão os métodos
tradicionais da Informática e da Ciência da Computação não são capazes de nos
ajudarem a resolver tais problemas, pois existem muitas técnicas e modelos
computacionais que podem representar, em vários graus de discriminação,
qualquer processo discreto que quisermos construir. No entanto, o que acontece é
que a maior parte do trabalho formal da Ciência da Computação tem focado sobre
as propriedades abstractas destes formalismos, cuja aplicação foi feita apenas
em domínios computacionais simples. Os ambientes realistas são mais
emaranhados, existe uma grande variedade de acções e eventos, a maioria das
quais actua sobre o mundo através de formas complicadas. Acontece também que o
nosso conhecimento do mundo é frequentemente expresso através de modos que não
se adequam bem aos modelos formais da Ciência da Computação: frequentemente
este conhecimento está incompleto. E, se conseguíssemos representar esse
conhecimento com aqueles modelos, a sua complexidade revelaria que as técnicas
de análise e de raciocínio seriam intratáveis.
No que respeita as grandes aplicações tem sido vários
os paradigmas ensaiados para enfrentar
as conhecidas deficiências dos sistemas avançados e inteligentes, competência
em extensão (robustez), inconsistência, versatilidade, reutilizabilidade,
efeito de escala, tais como o recurso ao senso comum, as bibliotecas de
componentes de resolução de problemas, a capacidade para resolver toda uma
classe de problemas e, finalmente, a ideia de componentes (agentes) mais manejáveis
capazes de comunicar e de cooperar entre si.
A escola da Inteligência Artificial Distribuída
(IAD) constituiu-se assim virada para os aspectos da distribuição e coordenação
de conhecimento e de acções em ambientes com múltiplas entidades, os agentes,
agrupadas em comunidades que trabalham em conjunto para alcançar os objectivos
dos indivíduos e do sistema como um todo. Não é de estranhar que uma
perspectiva de IAD tenha invadido algumas das áreas clássicas da Inteligência
Artificial, como a resolução de problemas, o planeamento, a compreensão da língua
natural, o reconhecimento da voz, a aprendizagem, a visão e a tomada de decisão
(por exemplo, negociação e calenderização).
Assim, uma das saídas para a incapacidade da Ciência
da Computação consiste em descobrir modos mais expressivos para descrever as acções
e os processos realistas, bem como os modos mais tratáveis para raciocinar
acerca dos seus comportamentos. Na IAD temos o terreno fértil para preparar
estas saídas, assim como para fazer uma nova síntese da IA, graças às interacções
entre muitas das suas áreas de trabalho, tais como a representação do
conhecimento, o raciocínio, a procura, o planeamento, a aprendizagem, e mesmo a
língua natural.
A interdisciplinaridade e a multidisciplinaridade da IAD
aparecem facilmente quando se enfrentam problemas com alta complexidade, como
na gestão das mudanças organizacionais ou na resolução de questões mundiais e
globais, como o emprego e a migração. E, por isso há que recorrer não só a
teorias económicas e organizacionais, mas também às Ciências Sociais e às Ciências
Políticas.
Também na área mais tradicional da Engenharia de Software é o efeito de escala que mais
se procura hoje em dia controlar. A necessidade de dominar a complexidade dos
sistemas informáticos, sobretudo ao nível da sua concepção, e de possibilitar a
sua evolução através de sucessivas reconfigurações, tem levado a modelos de
desenvolvimento baseados em unidades cooperantes, comunicantes, reactivas e
substituíveis.
O abandono dos paradigmas de desenvolvimento ab initio em favor de modelos
evolutivos, nomeadamente através da promoção da reutilizabilidade de soluções
previamente concebidas e/ou desenvolvidas, assim como a necessidade de melhor
articular os sistemas informáticos com as restantes componentes (mecânicas,
humanas, etc) dos sistemas, necessariamente complexos, nos quais se inserem,
tem estimulado novas direcções de investigação ao nível dos modelos matemáticos
do comportamento de sistemas computacionais que os aproximam dos modelos
existentes em outras áreas, nomeadamente dos que são estudados na chamada
Teoria de Sistemas Gerais.
O desafio coloca-se igualmente ao nível dos mecanismos lógicos
de descrição e inferência necessários para raciocinar sobre as propriedades de
tais sistemas. A heterogeneidade das componentes destes sistemas implica a
heterogeneidade dos formalismos utilizados para a sua especificação ou descrição
e, portanto, requer mecanismos que permitam articular esses formalismos.
Subitamente, somos chamados a desenvolver suporte lógico para sistemas onde a
interacção entre o sistema computacional e os seus utilizadores é factor crítico
de segurança. Não é, portanto, de espantar que se estejam a redescobrir
disciplinas outrora reservadas aos filósofos, como a Lógica Deôntica e a Lógica de Acções.
Este é um projecto multidisciplinar e interdisciplinar que
envolve investigadores originários das áreas científicas da Biologia, das Ciências
da Computação, das Ciências Médicas e da Psicologia.
A Computação Teórica inspirando-se em Metáforas Biológicas
faculta máquinas abstractas, para programação de sistemas auto-adaptáveis e
evolucionários, que podem ser usadas para fazer Biologia Teórica (na Biologia não
existia teoria no sentido de capacidade de prever o que não foi já observado,
mas o novo conceito de sistema auto-adaptável tem sido recentemente utilizado
com êxito, contribuindo para fermentar uma tal teoria). De facto, as aplicações
da computação auto-adaptável são inúmeras, em virtude da diversidade de
sistemas naturais que exibem adaptabilidade:
da estrutura do DNA, às células, ao sistema imunológico, ao cérebro, à
ecologia, às economias e às sociedades humanas.
O objecto deste projecto são os formalismos adequados à
expressão da computabilidade e complexidade computacionais dos paradigmas genético
e neurocomputacional (e/ou dendrítico). Pretende investigar-se o seu poder
computacional e estabeler as possíveis relações com a computabilidade clássica
através de formalismos adequados, com ênfase na complexidade de circuitos, ou
seja, na medida de crescimento da complexidade estrutural da comunidade de
unidades conceptuais em função da complexidade dos algoritmos. Em ambos os
paradigmas se pretende encontrar uma teoria unificadora da aprendizagem.
Apesar da existência de resultados notáveis que mostram
como certas classes de funções podem ser implementadas por redes de neurónios
formais ou algoritmos genéticos ainda não está caracterizada a classe das funções
computáveis nestes paradigmas. Gostaríamos de saber qual é a classe das funções
computáveis em cada um dos paradigmas, relativamente a diversos conceitos de
computabilidade, nomeadamente qual é a relação entre o critério de
separabilidade de Minsky e Papert e o critério de computabilidade no conceito
de Turing, no contexto de circuitos de neurónios formais recorrentes? E qual é
a relação entre o critério de separabilidade de Minsky e Papert e o critério de
computabilidade no conceito de Holland, no contexto da genética algébrica
(combinatória).
Em ambos os paradigmas se procurará evidenciar a
plausibilidade biológica dos modelos computacionais. De facto muitas
arquitecturas e algoritmos de aprendizagem automática perderam a plausibilidade
biológica e tornaram‑se meros instrumentos de metaprogramação. (O
advento da computação dendrítica veio alterar esta perspectiva.) Também entre
os operadores genéticos muitos têm relevância biológica e outros, como
determinadas versões do algoritmo genético, usadas em optimização combinatória,
não têm relevância biológica: procurar-se-á investigar em que medida os
mecanismos de aprendizagem automática devem a sua eficiência à complexidade das
estruturas (arquitecturas) e em que medida a ausência da complexidade obriga a
adopção de mecanismos combinatórios mais intrincados e, também, menos biológicos.
A investigação acima mencionada é acompanhada de
experimentação de modelos genéticos e neurocomputacionais em dois cenários de
simulação, para dois problemas em dois paradigmas, a saber, a interacção da
quasi‑espécie (no conceito de Eigen) de vírus HIV e os linfocitos de
tipo T do sistema imunitário e (um problema de neuroetologia computacional), a locomoção octópode de certos aracnídeos.
O primeiro cenário é da área científica da Imunologia Teórica e consta da
simulação parcial do mecanismo de deplecção de células do tipo T do sistema
imunitário pela quasi-espécie de vírus (mutantes) HIV, pretendendo-se estudar o
papel dos operadores genéticos relevantes na adaptabilidade, bem como o impacto
da autoimunidade, por exemplo, de partes do HIV. (Acrescente-se que o HIV é uma
virose de tipo RNA, cujo mecanismo de infecção foi recentemente explicado através
de sistemas dinâmicos.) O segundo cenário é da área científica da neurocomputação / neurodinâmica
e pretende-se sintetizar da locomoção em
variedades de animais, nomeadamente, a locomoção dos aracnídeos (tema muito
actual), experimentando-se várias arquitecturas propostas em neuroetologia,
nomeadamente a eficiência da retropropagação
recorrente. A comparação de resultados obtidos através dos modelos
propostos e o conhecimento experimental em neurofisiologia e imunologia é o objectivo
interdisciplinar principal.
A par do recurso natural às agências portuguesas e
europeias de apoio à investigação e desenvolvimento, é importante fazer diligências
no sentido de captar doações financeiras da Administração Pública, de Empresas
e Fundações, ao abrigo da lei do mecenato, e visando a satisfação de alguns
anseios estratégicos dessas instituições.
O espaço para trabalho individual (de estudantes de pós-graduação
e pós‑doutoramento) e para trabalho colectivo (salas de reuniões e/ou
anfiteatro para palestras, seminários e conferências) é indispensável para
garantir as condições mínimas ao funcionamento regular do CCC.
Nome: Helder
Manuel Ferreira Coelho
Categoria: Professor Catedrático
Afiliação: Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa
Graus: Agregação em Matemática (ISEG/UTL)
Doutoramento em Inteligência Artificial (Universidade de Edimburgo)
Licenciatura em Engenharia Electrotécnica (IST)
Morada: Rua Damião de Góis, 10, 4º Dto.
1400 Lisboa
Telefone: (3511) 301 46 43
Nome: Maria da Graça de Figueiredo Rodrigues Gaspar
Categoria: Professora Auxiliar
Afiliação: Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa
Graus: Doutoramento em Ciências da Computação (FCUL)
Provas de Aptidão Pedagógica e Capacidade Científica (FCUL)
Licenciatura em Matemática (FCUL)
Morada: Rua Luís Pastor de Macedo, Lote 5, 10º Esq.
1700 Lisboa
Telefone: (3511) 758 25 36
Nome: Luís Alberto dos Santos Antunes
Categoria: Assistente
Afiliação: Departamento de Informática da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa
Graus: Mestrado em Engenharia Electrotécnica e de Computadores (IST)
Licenciatura em Informática (FCUL)
Morada: Av. Rio de Janeiro, 62, 3ºEsq.
1700 Lisboa
Telefone: (3511) 812 18 32
Nome: Luís Manuel Ferreira Fernandes Moniz
Categoria: Assistente
Afiliação: Departamento de Informática da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa
Graus: Mestrado em Engenharia Electrotécnica e de Computadores (IST)
Licenciatura em Informática (FCUL)
Morada: Rua Vale do Milho, 43, Algueirão
2725 Mem Martins
Telefone: (3511) 921 19 80
Nome: Paulo Jorge Cunha Vaz Dias Urbano
Categoria: Assistente
Afiliação: Departamento de Informática da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa
Graus: Mestrado em Engenharia Informática (FCT/UNL)
Licenciatura em Engenharia Informática (FCTUC)
Morada: Rua de s. Lázaro, 116, 4º Dto.
1150 Lisboa
Telefone: (3511) 885 33 51
Nome: José Carlos de Oliveira Morais Monteiro
Categoria: Assistente Estagiário
Afiliação: Departamento de Informática da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa
Graus: Licenciatura em Informática (FCUL)
Morada: Rua do Funchal, 14, 2º D
1000 Lisboa
Telefone: (3511) 353 44 98
Nome: José
Félix Gomes da Costa
Categoria: Professor Associado com Agregação
Afiliação: Departamento de Informática da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa
Graus: Agregação em Informática (FCUL)
Doutoramento em Matemática (IST)
Mestrado em Matemática Aplicada (IST)
Mestrado em Física (FCUL)
Licenciatura em Física (FCUL)
Morada: Estrada de Benfica 423, 3ºDto./Esq.
1500 Lisboa
Telefone: (3511) 778 18 59
Nome: Coheur Baudoin
Afiliação: Bolseiro COMETT no Departamento de Informática da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa
Graus: Ingénieur Civil Electricien (Université Catholique de Louvain)
Morada: Rua Virgílio Correia, Lote 12, 5º Dir.
1600 Lisboa
Telefone: (3511) 726 20 38
Nome: Maria Antónia Bacelar da Costa Lopes
Categoria: Assistente
Afiliação: Departamento de Informática da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa
Graus: Mestrado em Matemática aplicada (IST)
Licenciatura em Matemática Aplicada e Computação (IST)
Morada: Rua Prof. António Flores, Lote 201, 2º A
2700 Amadora
Telefone: (3511) 495 44 91
Nome: Maria Beatriz de Amorim Rocha Trindade Filipe da Silva
Categoria: Técnica
Afiliação: Departamento de Organização e Informação do Banco de Portugal
Graus: Mestrado em Economia (FEUNL)
Licenciatura em Economia (ISEG)
Morada: Rua Ana de Castro Osório nº3, 3ºF
1500 Lisboa
Telefone: (3511) 714 12 73
Nome: André Levy Martins Coelho
Graus: Licenciatura em Biolgia (FCUL)
Morada: Rua Vitorino Nemésio 12, 2º-F
1750 Lisboa
Telefone: (3511) 758 60 69
Nome: Ana Isabel Paiva Marques
Graus: Licenciatura em Matemáticas Aplicadas (ISLA)
Morada: Rua da Bélgica 7, 2ºDir.
2835 Lavradio
Telefone: (3511) 203 19 54
Nome: André de Melo Barreto do Amaral Frazão
Afiliação: Caixa Geral de Depósitos
Graus: Licenciatura em Informática (FCUL)
Morada: Rua Francisco Metrass, 79, 1º
1300 Lisboa
Telefone: (3511) 388 54 30
Nome: António Carvalho Rodrigues
Categoria: Professor do Quadro de Nomeação Definitiva
Afiliação: Escola Secundária da Batalha
Graus: Licenciatura em Geografia (FLUC)
Morada: Vale Sepal, Lote 1, 1º Dir.
2400 Leiria
Telefone: (351 44) 98 345
Nome: Carla Alexandra Fernandes Ferreira
Graus: Licenciatura em Estatística e Investigação Operacional (F.C.U.L.)
Morada: Urb. do Buzano - Lt. 6 - R/C Dto. Edificio Palmeira.
2775 Parede
Telefone: (351 ) 453 8801
Nome: Hélia Marília Goulart Ferreira de Oliveira Guerra
Categoria: Assistente Estagiária
Afiliação: Departamento de Matemática da Universidade dos Açores
Graus: Licenciatura em Matemática/Informática (Univ. dos Açores)
Morada: Departamento de Matemática da Universidade dos Açores
Rua da Mãe de Deus
9500 Ponta Delgada
Telefone: (35196) 65 30 44
Nome: João António de Oliveira Maçãs
Graus: Licenciatura em Matemáticas Aplicadas (ISLA)
Morada: Praça do Chile 14, 3º Esq.
1000 Lisboa
Telefone: (3511) 846 03 50
Nome: Luís Miguel Pacheco Mendes Gomes
Graus: Licenciatura em Matemáticas Aplicadas (ISLA)
Morada: Praça D.Afonso V, Lote 2, 3ºG
2710 Sintra
Telefone: (3511) 924 11 18
Nome: Nuno Gonçalo Gaspar dos Santos Guarda
Graus: Licenciatura em Matemáticas Aplicadas (ISLA)
Morada: Rua D. José Alves Correia da Silva, nº 36, 2ºEsq.
2400 Leiria
Telefone: (351 - 44) 359 24
Nome: Nuno Manuel Tavares de Pina Cabral
Graus: Licenciando em Informática (FCUL)
Morada: Al. das Linhas de Torres, nº 37 - 5º Dto.
1750 Lisboa
Telefone: 759 12 16
Nome: Sérgio Moura Santana
Graus: Licenciatura em Matemáticas Aplicadas (ISLA)
Morada: Av. Bombeiros Voluntários, 24, 7º Esq.
1495 Lisboa
Telefone: (35144) 410 10 22
Nome: José
Luís Simões da Fonseca
Categoria: Professor Catedrático
Afiliação: Faculdade Medicina da Universidade de Lisboa, Director do Serviço de Psiquiatria do Hospital de Santa Maria
Graus: Agregação em Psicologia Médica (FMUL)
Doutoramento em Medicina (FMUL)
Licenciatura em Medicina (FMUL)
Morada: Praça de Alvalade, 4, 11º Esq.
1700 Lisboa
Telefone: (3511) 797 14 70
Nome: Maria Luísa Figueira
Categoria: Professora Associada com Agregação
Afiliação: Faculdade Medicina da Universidade de Lisboa
Graus: Agregação em Psicologia Médica (FMUL)
Doutoramento em Psiquiatria (FMUL)
Especialidade em Psiquiatria (FMUL)
Licenciatura em Medicina (FMUL)
Morada: Rua Dr. Jorge Ferreira de Vasconcelos, 1, 3º Dir.
1700 Lisboa
Telefone: (3511) 797 89 84
Nome: Rui Manuel Victorino
Categoria: Professor Associado com Agregação
Afiliação: Faculdade Medicina da Universidade de Lisboa
Graus: Agregação em Imunologia (FMUL)
Doutoramento em Medicina (FMUL)
Licenciatura em Medicina (FMUL)
Morada: Rua de Alcolena, 33
1400 Lisboa
Telefone: (3511) 301 07 92
Nome: Maria da Purificação da Cunha Horta
Categoria: Professora Auxiliar
Afiliação: Faculdade Medicina da Universidade de Lisboa
Graus: Doutoramento em Medicina (FMUL)
Provas de Aptidão Pedagógica e Capacidade Científica (FMUL)
Licenciatura em Medicina (FMUL)
Morada: Rua Jorge de Sena, Lote E, 7ºEsq.
1750 Lisboa
Telefone: (3511) 757 00 35
Nome: António Augusto da Cunha Machado Teixeira Pinto
Categoria: Professor Convidado (Imunologia)
Afiliação: Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação da Universidade de Lisboa
Graus: Licenciatura em Medicina (FMUL)
Morada:
Telefone:
Nome: Isabel Barahona Fernandes Simões da Fonseca Wilson
Categoria: Assistente
Afiliação: Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação da Universidade de Lisboa
Graus: Provas de Aptidão Pedagógica e Capacidade Científica (FPUL)
Licenciatura em Psicologia (FPUL)
Morada: Rua Prof. Dr. Vieira de Almeida, 5, 10º B
1600 Lisboa
Telefone: (3511) 759 93 02
Nome: José Barahona da Fonseca
Categoria: Assistente
Afiliação: Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade Nova de Lisboa
Graus: Mestrado em Engenharia Electrotécnica e de Computadores (IST)
Licenciatura em Engenharia Electrotécnica (IST)
Morada: Rua Prof. Doutor Vieira de Almeida, 5, 10º D
1600 Lisboa
Telefone: (3511) 757 54 33
Nome: Luís Manuel de Pina da Câmara Pestana
Categoria: Assistente Convidado
Afiliação: Faculdade Medicina da Universidade de Lisboa
Graus: Licenciatura em Medicina (FMUL)
Morada: Rua Julieta Ferrão, Lote RS, 101
1600 Lisboa
Telefone: (3511) 797 58 19
Nome: Silvia Raquel Soares Ouakinin
Categoria: Assistente
Afiliação: Faculdade Medicina da Universidade de Lisboa
Graus: Mestrado em Medicina (FMUL)
Licenciatura em Medicina (FMUL)
Morada: Av. Forças Armadas, 133, Lote D, 11º Dto.
1600 Lisboa
Telefone: (3511) 727 41 52
Nome: Isabel
Hub Faria
Categoria: Professora Associada com Agregação
Afiliação: Departamento de Linguística Geral e Românica da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa
Graus: Agregação em Linguística (FLUL)
Doutoramento em Linguística (FLUL)
MSc in Sociology (Institute of Education, London)
Licenciatura em Filologia Românica (FLUL)
Morada: Rua S. Filipe Nery, Edifício Fidelidade, Bloco 1, 7º Esq.
1200 Lisboa
Telefone: (3511) 385 37 90
Fax: (3511) 385 55 98
Nome: Gabriela de Matos
Categoria: Professora Auxiliar
Afiliação: Departamento de Linguística Geral e Românica da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa
Graus: Doutoramento em Linguística (FLUL)
Licenciatura em Filologia Românica (FLUL)
Morada: Praceta Soeiro Pereira Gomes, 5, r/c Esq.
2795 Carnaxide
Telefone: (3511) 418 16 35
Nome: Amália Andrade
Categoria: Investigadora Auxiliar
Afiliação: Centro de Linguística da Universidade de Lisboa
Graus: Dissertação para Investigadora Auxiliar (UL)
MA in Linguistics and Phonetics (Universidade de Leeds)
Licenciatura em Filologia Românica (FLUL)
Morada: Rua Roberto Duarte Silva, 6, 3º Dto
1600 Lisboa
Telefone: (3511) 726 70 07
Nome: Dília Ramos Pereira
Categoria: Assistente
Afiliação: Departamento de Linguística Geral e Românica da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa
Graus: Mestrado em Linguística Portuguesa Descritiva (FLUL)
Licenciatura em Psicologia Educacional (ISPA)
Morada: Rua Manuel Livério, Edifício Esplanada, 2º G
Telefone: (35165) 277 02
Nome: Maria Armanda Costa
Categoria: Assistente
Afiliação: Departamento de Linguística Geral e Românica da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa
Graus: Mestrado em Linguística Portuguesa Descritiva (FLUL)
Licenciatura em Filologia Românica (FLUL)
Morada:
Telefone: (3511) 758 36 22
Nome: Maria João dos Reis Freitas
Categoria: Assistente
Afiliação: Departamento de Linguística Geral e Românica, Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa
Graus: Mestrado em Linguística Portuguesa Descritiva (FLUL)
Licenciatura em Filologia Românica (FLUL)
Morada: Avenida Engº Arantes e Oliveira, Lote 43, 4º F
1900 Lisboa
Telefone: (3511) 758 36 22
Nome: Hanna Jakubowicz Batoréo
Afiliação: Bolseira da JNICT, no Laboratório de Psicolinguística da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa
Graus: Mestrado em Linguística Portuguesa Descritiva (FLUL)
Licenciatura em Português e Inglês (Univerdade de Varsóvia)
Morada: Rua Conselheiro José Silvestre Ribeiro, 10, 1ºEsq.
1600 Lisboa
Telefone: (3511) 714 55 84
Nome: José
Luiz Lopes Fiadeiro
Categoria: Professor Associado
Afiliação: Departamento de Informática da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa
Graus: Doutoramento em Matemática (IST)
Provas de Aptidão Pedagógica e Capacidade Científica (IST)
Licenciatura em Matemática – Ramo Estatística e Computação (FCUL)
Morada: Rua Profº João Barreira, 2, 6º C
1600 Lisboa
Telefone: (3511) 758 41 28
Nome: António Manuel Horta Branco
Categoria: Assistente
Afiliação: Departamento de Informática da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa
Graus: Mestrado em Linguística (FLUL)
Licenciatura em Filosofia (FLUL)
Morada: Rua Alexandre Herculano, 30 1º Dto.
2800 Almada
Telefone: (3511) 274 37 47
Nome: Carlos Manuel Gouveia Paredes
Afiliação: Bolseiro da JNICT, no Departamento de Informática da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa
Graus: Mestrado em Engenharia Electrotécnica e de Computadores (IST)
Licenciatura em Matemática Aplicada e Computação (IST)
Morada: Av. Ceuta, 21, 3º Esq.
2700 Amadora
Telefone: (3511) 493 20 01
Nome: Nuno Pedro Duarte Marques Barreiro
Categoria: Assistente
Afiliação: Departamento de Informática da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa
Graus: Mestrado em Matemática Aplicada (IST)
Licenciatura em Física Tecnológica (IST)
Morada: Rua Joly Braga Santos, Lote F, 5º Esq.
1600 Lisboa
Telefone: (3511) 727 30 70
Nome: Maria Isabel Batalha Reis da Gama Nunes
Categoria: Assistente
Afiliação: Departamento de Informática da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa
Graus: Provas de Aptidão Pedagógica e Capacidade Científica (FCUL)
Licenciatura em Matemática Aplicada (Universidade Livre)
Morada: Rua Prof. João Barreira, 10 7ºC
1600 Lisboa
Telefone: (3511) 758 29 95
Nome: Mário Jorge Alexandre Arrais
Categoria: Assistente Estagiário
Afiliação: Departamento de Matemática Aplicada do Instituto Superior de Línguas e Administração
Graus: Licenciatura em Matemática Aplicada e Computação (IST)
Morada: Rua Prof. Dr. Egas Moniz, 2, r/c Dir.
2720 Buraca
Telefone: (3511) 471 60 54